A História do Stoneblade
05/12/2017 10:00 / 3,688 visualizações / 28 comentários
 
Michael Jordan, Muhhamad Ali, Tiger Woods, apesar de praticarem esportes diferentes, os três têm uma coisa em comum: São ícones inegáveis em sua área de atuação. Poucos lutadores tinham a coragem de entrar num ringue para disputar o cinturão contra Muhhamad Ali, e inúmeros jogadores se sentiam honrados ao dividir a quadra com a grande lenda das enterradas. Muitos adversários não sabiam a história dessas lendas, mas sabiam que, naquele momento, ficariam  cara a cara com alguém que fez algo para merecer o título que tem.
 
É claro que no Magic também temos exemplos como esses, casos de Paulo Vitor Damo da Rosa (Paulo Vitor Dance Dance Revolution) e Carlos “Jabaiano” Romão. Mas hoje não vamos falar sobre história de jogadores, mas sim de decks!
 
Por ser um formato Eterno (que não rotaciona) o Legacy passou por inúmeras fases do Magic, e por isso carrega muita história sobre o momento do jogo nas decklists. Outra coisa interessante que acontece no Legacy é a nomenclatura que os decks recebem, é meio que uma regra de que o criador de um deck tenha o direito de nomeá-lo (Ex: The Gate, Team Italia, Canadian Treshold, e por aí vai). E hoje vamos falar sobre um deck que desde sua criação jamais deixou de ser tier, o Stoneblade!
 
Começamos nossa jornada no mundial de 2010, quando ainda era um evento que diversos jogadores tinham a possibilidade de se classificar e de diversas maneiras, diferente de hoje em dia que são apenas 24 vagas. Brian “the Dragonmaster” Kibler apareceu no torneio com uma lista diferente do usual: Um UW Control com Squadron Hawk.
 
Caw Blade - Standard
2017-12-03

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A esse ponto do Standard, Jace, the Mind Sculptor já havia sido descoberto como a melhor carta do T2, mas existiam diversos decks que combatiam os UWx da época. Kibler inovou o arquétipo com 4 Squadron Hawk como forma de pressionar outros controls e obter Card Advantage, por buscar os outros Hawks do deck e ter Brainstorm perfeitos do Jace, voltando 2 Hawks e conjurando um para tirar os 2 que ficaram no topo, transformando o Brainstorm num Ancestral Recall.
 
Alguns meses depois a coleção Mirrodin Sitiada foi lançada, e com ela a Sword of Feast and Famine. Nesse ponto, Kibler já tinha feito sucesso no Worlds com seu Caw-Go (que é a referência ao som que os Falcões fazem: Caw-Caw, Caw-Caw!) ,então o UW Hawk já estava no radar, e para o Pro Tour Paris 2011, resolveram quebrar o field:
 
Caw Blade - Standard
2017-12-03

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Squadron Hawk já eram bons, agora que estavam segurando espadas ficaram ainda melhores! Com mais corpos como o da Stoneforge Mystic, o baralho podia jogar com equipamentos sem correr o risco de não ter no que equipar, e como a própria Stoneforge buscava qualquer equip o deck jogava com múltiplos 1-ofs (2 Espadas, e 1 Sylvok Lifestaff, para segurar aggros). E essa mudança mudaria o magic para sempre!

A Espada de Banquete e Fome era uma Espada do Time Walk, uma vez que a maioria dos seus turnos do mid-late game eram considerados em comprar uma carta, fazê-la e passar, como a espada permite desvirar seus terrenos, você tem flexibilidade para jogar com mais card draw e ainda passar aberto para interações instant-speed e tudo isso enquanto você deixa seu oponente sem cartas na mão. Tudo que um jogador de controle quer em uma carta só!
2 Espadas e um Lifestaff, não tem como ficar melhor que isso, né? WRONG!!!!
 
Até Mirrodin Besieged a Stoneforge Mystic buscava apenas brinquedinhos, com o lançamento de New Phyrexia, e consequentemente do Batterskull, a Gaga começou a buscar um amiguinho!
 
Caw Blade 2.0 - Standard
2017-12-03

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Atacar para 3 de dano turno 4 com um efeito de Time Walk era bom, não é mesmo? E fazer isso enquanto você ataca 6/6 com vigilância, lifelink, proteção contra Preto e Verde? Essa era a realidade do Caw Blade pós New Phyrexia. Devido ao número absurdo de Mirrors (a ponto de alguns top 16s serem compostos por 64 Jaces) o deck teve que se adaptar e começar a usar Blinkmoth Nexus, num mirror onde ambos jogadores tinham mais de 40 de vida era mais fácil finalizar com 10 pontos de Infect.
 
O deck se tornou tão presente no field que até versões Híbridas de TwinBlade Surgiram:
 
Twin Blade - Standard
2017-12-03

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Enquanto isso no Legacy.. Puco após o lançamento de Jace, the Mind Sculptor​, algumas estratégias já começaram a utilizá-lo como Kill Condition no formato, vejamos um exemplo:
 
Countertop - Legacy
2017-12-03

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Pré Jace os decks se resumiam a matar com combos (Stroke of Genius, Tendrils of Agony ou Brain Freeze) ou finalizar com criaturas eficientes, como Vendilion Clique, Tarmogoyf  ou Nimble Mongoose. Um Planeswalker que te compra cartas, limpa a mesa, controla o topo (tanto seu quanto do oponente) e ainda serve como Kill condition já entrou fazendo diferença no formato.
 
UW Stoneblade - Legacy
2017-12-03

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Devido ao enorme sucesso do Caw Blade no Standard, muitos jogadores resolveram adaptar o baralho para o Legacy, e o resultado foi imediato: Novo arquétipo se tornando tier .
 
O nome Stoneblade é devido ao Stone da Stoneforge e Blade em referência às espadas que o baralho utiliza.
 
Em consequência à quantidade de decks com Snapcaster e Stoneforge depois do deck estourar, era totalmente necessário um alto número de Spell Snare para combatê-los e usar Vendilion Clique para tirar o equipamento da mão do oponente, com a habilidade da SFM na pilha. Split second também ajudava muito no mirror e voltou a afzer sucesso no formato.
 
UWg Stoneblade - Legacy
2017-12-03

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Um leve splash para o verde, a nova versão do Stoneblade tinha vantagem no mirror, por conseguir destruir Batterskull mesmo com 3 manas abertas para voltá-lo para mão. No entanto, com o problema do equipamento solucionado, outro problema apareceu no mirror: Um Jace resolvido numa mesa vazia era certeza de vitória. Já que na época não existia Council's Judgment, para lidar de vez com walkers, muitas listas tinham que apelar para Oblivion Ring, que acabava sendo destruído pela Krosan Grip que vinha do side.

Lidar com o Jace se tornou prioridade número um, mas nem sempre era bom deixar Force of Will​ nos games sideados e o Counterspell era facilmente contornado por 1 dos 4 Spell Snare que o oponente tinha no deck, a solução? Pyroblast!
 
UWr Stoneblade - Legacy
2017-12-03

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As 4 Swords to Plowshares, 4 Snapcaster Mage e 4 Path to Exile post board deixavam o deck sem problemas com criaturas sendo equipadas pois todas morriam antes de causar dano. Portanto o Jace era o verdadeiro trunfo no mirror (e em praticamente qualquer matchup), com o Pyroblastt no side as versões UWR tinham uma vantagem grandiosa no mirror, pois o Pyroblast não só anularia Jaces e iria impedir Snapcaster Mage de fazer 2 pra 1 como seriam um bom topdeck no late game para remover de jogo um Jace já em campo.
 
Outra maneira de obter vantagem no mirror de UWx Blade era forçar mais o splash verde e ter mais ameaças relevantes.
 
StoneBant - Legacy
2017-12-03

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Knight of the Reliquary buscando uma cadeia de Wasteland para colocar o oponente pra fora do jogo de vez, Noble Hierarch para operar com poucos terrenos e fazer seu Batterskull bater 5/5 com exalted e Qasali Pridemage para assegurar que você vai ser o único da mesa a ter equipamentos. 
 
Após algum tempo que os Stoneblades estavam dominando o field, Dredge e Reanimator(matchups apertadas e até ruins para o deck) se tornaram mais presentes. Enquanto isso, outros decks foram adaptando a estratégia de Stoneforge em seu maindeck.
 
Punishing Maverick - Legacy
2017-12-04

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O Maverick, originalmente um GW aggro, adaptou o combo de Punishing Fire​ e Grove of the Burnwillows para ter vantagens contra outros decks de SFM. E usar Knight of the Reliquary tornava a matchup contra Reanimator infinitamente melhor, por ter uma criatura tutorável pelo Green Sun's Zenith que, caso desenjoasse, buscaria Karakas , Bojuka Bog, ou até Maze of Ith, para ganhar tempo.
 
Como sempre o formato estava se adequando lentamente, estava tudo ok, nenhum problema ou carta precisando de ban. E foi em janeiro de 2012 que tivemos um grande impacto: Lingering Souls e Thalia, Guardian of Thraben.
 
O impacto de Lingering Souls foi imediato, Tom Martell se consagrou campeão do Grand Prix Indianapolis em 2012 com a seguinte lista:
 
Esper Stoneblade - Legacy
2017-12-04

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O preto dava acesso à Lingering Souls, que melhorava o grind do deck em 50000% e de quebra ainda permitia utilizar descartes no maindeck e garantir algumas % contra combo decks. O preto no side também garantia que o deck não seria stompado por RUG delver com seus goyfs e Nimble Mongoose.
 
Do outro lado dos decks sem azul, a Thalia foi a adição anti-combo para os decks sem counter, e o Maverick ficou bem feliz com a aquisição.
 
Maverick - Legacy
2017-12-04

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Com Thorn of Amethyst com pernas, o Maveco conseguia bater de frente com qualquer tier deck sem problema nenhum. Além de ser mais um elemento de mana denial, combinando com a chain de Wasteland que os Relicários podiam criar, as Thalias, por serem lendárias, podem voltar para a mão de seu dono com a Karakas, conseguindo grindar mesmo contra decks com inúmeros removals.
 
E foi com o lançamento da última edição do bloco de Innistrad que tivemos uma das maiores mudanças no field do Legacy : Terminus e Griselbrand. Depois de terem sido lançadas, o UW Miracles foi criado e o Sneak and Show abandonou o Progenitus​, que demorava demais para finalizar a partida, para adotar o Griseldaddy que se desenjoasse era certeza de vitória.
 
A nova versão de Show and Tell era muito forte, boa contra os Delver Decks, e por conter Jace, o Escultor de Mentes, Pyroblast e Boseiju, O Que Tudo Protege também era absurdamente sólido contra Stoneblades. Foi preciso desenterrar uma arma do passado para combater a ameaça Eldrazi e Demoníaca que o SnT impunha , lhe apresento(novamente) o DEATH AND TAXES!
 
Death and Taxes - Legacy
2017-12-04

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3 Karakas, 4 Thalia, Guardia de Thraben, 4 Phyrexian Revoker, 2 Mangara of Corondor e 1 Fiend Hunter no maindeck? Esse deck pode perder para várias coisas, mas Show and Tell não é uma delas! Ressuscitado no metagame como forma de combater a presença de Emrakul e amigos, o DnT logo voltou a ser presente e até ganhou um GP nas mãos do DnT Master, Thomas Enevoldsen.
 
A maior diferença da Stoneforge Mystic nesse deck em comparação aos outros citados acima é a possibilidade de colocá-la em jogo a qualquer momento e de forma incounterável através do AEther Vial, surpreendendo o oponente que virou todos os terrenos para fazer algo no próprio turno e tomou uma Jitte na volta.
 
Podemos dizer que 2012 foi o ano do Preto no Legacy. Alguns meses depois de Avacyn Restored, Return to Ravnica surpreendeu a todos, mas não por voltar com as Shocklands para o Standard, mas sim por ter um ciclo de mágicas que não podem ser anuladas (Abrupt Decay, Supreme Verdict, Loxodon Smiter, Counterflux e Slaughter Games), e pela primeira vez na história do Magic uma criatura preta de custo 1 que gerava mana: Deathrite Shaman. Um manadork Híbrido, ½ , com 3 habilidades extremamente relevantes e que, de quebra, ainda segura uma Jitte de Umezawa caso você precise agressivar, é tudo o que os jogadores de BGx no Legacy mais queriam!
 
Deathbade - Legacy
2017-12-04

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Essa lista foi criada pelo time da Starcity Games e  pilotada pelo Chris Vanmeter e Brian Braun Duin em um Open em 2013. O Shaman era um ótimo mana fixer, acelerava todos os drop 3 do baralho, e ainda conseguia corrigir algumas curvas chatas, como BB do Hymn to Tourach ou Liliana do Veu. Não demorou muito para o Deathrite Shaman se tornar staple absoluta no nosso querido T1.5 e mudar para sempre o formato.
 
E foi no final de 2013, com o lançamento do, até então, último produto de Commander, que a dona Wizards nos presenteou com cartinhas para o Legacy, dessa vez duas bem importantes: True-Name Nemesis e Toxic Deluge.
 
E em um dos primeiros grande eventos pós-lançamento do Commander. Grand Prix Washington D.C. 2013, Owern Turntenwald e Sam Black já obtiveram muito sucesso com suas shells de Stoneforge e True-Name Nemesis.
 
UWR Delver - Legacy
2017-12-04

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Geist of Saint Traft era a carta escolhida na era pré-TNN, só que o Geist  só era bom quando o jogador estava na frente, por um 2/2 não era nem um pouco ameaçador com uma board montada em cima dele. O True-Name se tornava facilmente um Moat para a mesa do adversário e ainda conseguia impor um clock bem rápido com uma Jitte equipada.
 
O outro jogador que rapidamente adaptou TNN à sua estratégia foi o Sam Black, utilizando 4 cópias do mini-progenitus em seu Bant Stoneblade, que além de TNN, tinha um tutor package de Green Sun's Zenith para Relicario, Noble Hierarch, Dryad Arbor, Qasali Pridemage e Gaddock Teeg no side
.
Bant True-Name - Legacy
2017-12-04

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[deck=748542]
 
7 Counters no maindeck solidificam as partidas desse deck contra qualquer maluquice que possa aparecer pela frente, além de um late game bom, devido ao alto número de TNN para fechar a mesa e finalizar rapidamente.

E após 6 anos de sua criação, podemos ver que o Stoneblade acompanhou todas as mudanças relevantes que o formato teve, por isso nunca deixou de ser um deck presente e uma ótima escolha para qualquer torneio. Para finalizar, vamos dar uma olhada nas listas mais recentes para termos uma ideia do que mudou dentro do próprio arquétipo.
 
Death and Taxes - Legacy
2017-12-04

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Após o lançamento de Conspiracy 2, todos os DnT passaram a utilizar Recruiter of the Guard e Sanctum Prelate, aumentando o poder de fogo de um deck que já era bem consistente. Vale lembrar que antes, onde a Sword of Feast and Famine reinava, hoje em dia quem domina o slot de espada é a Sword of Fire and Ice, como concessão ao número de decks contendo True-Name Nemesis.
 
BGW Maverick - Legacy
2017-12-04

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[deck=748554]
 
O Maverick não só adaptou à Fogo e Gelo, como também usa o Deathrite Shaman. devido à sua capacidade de ser um canivete suíço com inúmeras opções ao longo do jogo.
 
UWR Stoneblade - Legacy
2017-12-04

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[deck=748555]
 
Devido ao fato do TNN ser uma arma tão agressiva, o UWR tem a vantagem dos removals também servirem como finishers (Raio), além de ter o melhor counter do Legacy, Pyroblast!
 
O Deathblade se separou em duas vertentes, o Bant Deathblade e o Esper Deathblade.
 
Bant Deathblade - Legacy
2017-12-04

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[deck=748557]
 
Como próprio nome já diz, o Bant Deathblade foca mais no verde que no preto, que o deck tem apenas para Leovold, Emissary of Trest, ativações do Shaman e Abrupt Decay​, no Side.
 
Esper Deathblade - Legacy
2017-12-04

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Um 4 color bem mais carregado no preto que a versão Bant, o Esper Deathblade inverte os papéis do splash e utiliza o verde apenas ganhar vida com o Shaman, mas não se engane, não por isso o deck é menos poderoso que a vertente Bant, apenas são deck com propósitos levemente diferentes.
 
Chegamos ao final dessa análise sobre a história do grande Stoneblade, espero que tenham gostado e entendido todas as mudanças que o deck precisou sofrer para estar ativo até hoje. Deixem nos comentários se vocês gostariam que eu fizesse mais análises assim sobre outros decks, tanto no Modern, quanto Legacy, e até semana que vem!
 
 
 
 
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Bruno Ramalho ( Bruno_Orelha)
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Comentários

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Bruno_Orelha (07/12/2017 13:42:40)

Posso fazer sim, desde o unban do entomb, ban do mystical, acredito que ficaria bem legal.

Bruno_Orelha (07/12/2017 13:39:41)

Agradeço o feedback! Pelo jeito a galera gostou bastante do modelo dos artigos, acredito que farei mais no futuro.

surfe (07/12/2017 08:25:42)

Caraio, esmiuçou. Parabéns man. Poucos artigos tem essa qualidade. Faz um histórico do Reanimate tbm. Meu favorito e o de outras pessoas tbm.

felipematta (07/12/2017 07:26:23)

Parabéns, artigo excelente! Me deixou esperando o próximo e torcendo para uma série sobre esses decks históricos.

Bruno_Orelha (06/12/2017 12:58:11)

Obrigado pelo feedback!
Pretendo fazer a história de outros decks icônicos sim.

Bruno_Orelha (05/12/2017 18:04:45)

Agradeço o feedback! Algumas listas foram tiradas de artigos do Drew Levin, e a maioria foi pilotada pelo Gerry T, CVM ou BBD, na próxima eu coloco o nome do piloto ou nick no mol.

Bruno_Orelha (05/12/2017 15:41:36)

Agradeço bastante, se a galera curtir esse modelo de artigo posso fazer sobre outros decks também.

VIP OURO Derkarus (05/12/2017 15:31:59)

Lembre-se que os amigos podem e vão te ajudar! ;-)

VIP OURO Derkarus (05/12/2017 15:31:27)

Um dos melhores artigos de MTG.

E sobre um dos decks mais bonitos e característicos do formato.

Parabéns!!!!

Stoneblade S2

Bruno_Orelha (05/12/2017 15:08:53)

O Magic está bem interessante atualmente, todos os formatos.

Bruno_Orelha (05/12/2017 15:08:02)

Fico feliz que gostou, venha para o lado Legacy da força, garanto que não vai se arrepender!

Bruno_Orelha (05/12/2017 15:06:56)

Sim, originalmente o Maverick, ou REAL MAVERICK como era chamado na época era uma vertente do DnT , com vials, e depois evoluiu como um GW aggro com menos tricks e mais oções por causa do GSZ.

Takamtg (05/12/2017 14:38:45)

Eu q parei de jogar por 10 anos e voltei agora adorei esse artigo. Muito legal ver esse field vale-tudo se adaptando

Bruno_Orelha (05/12/2017 14:26:39)

Agradeço o feedback, foi bem divertido estudar toda essa historia.

Bruno_Orelha (05/12/2017 14:11:42)

Agradeço o carinho. Espero sempre manter o nível dos artigos.

Bruno_Orelha (05/12/2017 14:07:46)

Obrigado pelo feedback. Sim existem algumas versões de Abzan, muitas foram adaptações do BW Stoneblade e hoje em dia têm apenas decay e shaman de verde, mas como o Abzan nunca foi muito presente eu acabei deixando de fora.

Bruno_Orelha (05/12/2017 14:04:21)

Agradeço imensamente o feedback!

Noob_Saibot (05/12/2017 13:59:28)

Exatamente isso.

Juan_Cruz_ (05/12/2017 13:17:46)

Boa aula.

Sid_Vicious (05/12/2017 12:33:30)

Baita artigo! Muito bom relembrar da evolução do blade e do legacy em geral.

Escreve um sobre o Canadian ou sobre a entrada do Delver no legado.

Phynderblast (05/12/2017 12:01:39)

Muito bacana mesmo o artigo! Eu ganhei um nacional legacy com um bant stoneblade e foi um dos melhores decks que já joguei. Definitivamente um dos meus arquétipos prediletos no formato. =D

Creighton (05/12/2017 11:32:36)

Realmente o melhor e mais completo artigo que eu já li sobre magic, por favor permita-me uma crítica construtiva então ai vai, em algumas das listas não da pra saber quem foram os pilots e a timeline e informação de como tava formato Legacy ficou ausente eu fiquei curioso para caralho kkkkkk, fora isso o artigo ficou excelente, melhor sensação que esta depois de ler só um rakdos return pra 7 no passe com quicken e extorquir 2.

CarlosKissX (05/12/2017 11:28:50)

Artigo sensacional!

Sou jogador exclusivo de standard, mas estou pensando em montar um legacy aos poucos para poder jogar outro tipo de formato. É fato que os decks são mais caros que os do modern devido as lands, mas eu não gosto do modern.

Sempre adorei azul e no legacy existem muitas opções poderosas de decks com azul. Se eu não montar um miracles, com certeza será um stoneblade. Sua análise me ajudou bastante!

VIP OURO [sm]_Frejat (05/12/2017 11:23:27)

Bom artigo, o kit de equipamentos do maverick sempre teve a fogo e gelo e jitte presentes, o deck sofria para burn e o match contra merfolk não era muito favorável, fora o rug com ordem natural, isso implicava em ter um slot fixo para aguentar o desenvolvimento de ambos os decks, ao passo em que vc desenvolvia a sua estratégia com o draw adicional, a listagem com as duas espadas de mirrodin sitiada foram mais testes na época e posteriormente foram relegadas, uma das primeiras listagens utilizava aether vial e ordem natual no deck, posteriormente veio o GSZ, que tomou os slots dos vial.
O terceiro slot de equipamento que era mais variável, as vezes se colocava a espada ug, bg ou batterskull, na época do pré ban de mentalmisstep, eu preferia utilizar a bg, por conta da popularidade do batterskull e do bug control com pausa do pv, bons tempos aqueles hahahaha, os stoneblades estavam começando a ganhar popularidade.

SaitoSan (05/12/2017 10:44:10)

Excelente artigo Orelha! Muito legal viajar na história do formato vendo a evolução, não apenas do Stoneblade, mas de decks que surgiram com as adaptações do formato.
Lembro até hoje quando o meu Maveco foi presenteado com a Thalia e Deathrite, meus drops 1 e 2 favoritos hehehehe.

victor_canuto (05/12/2017 10:16:52)

Meuuuu seus artigos são fodas, parabéns não deixo de ler um sequer

Voodoo_666 (05/12/2017 10:16:09)

Muito bom artigo. Só senti falta de algum Abzan...Existe ?

PauloMauro (05/12/2017 10:07:48)

Caraca, artigo massa demais. Parabéns, Brunão. Stoneblade é o deck que eu gostaria de montar no legacy, se eu tivesse condições, haha :)